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O mundo dos filmes sempre é mais avançado e divertido que o real. Muitas vezes os diretores abusam de idéias futuristas e impossíveis de acontecerem atualmente e criam nas telas objetos que todos desejaríamos ter. Pensando nisso, resolvemos fazer essa lista, que reúne os melhores objetos que vemos nos cinemas e ficamos imaginando se algum dia poderemos ter um deles.






Sem eles os super-heróis não existiriam. E muitos filmes, nos mais variados gêneros, das comédias de humor negro às ficções científicas, não teriam a menor graça. Os vilões, em várias situações, são a alma de um roteiro cinematográfico e conseguem ser tão populares quanto os heróis com os quais contracenam.
Dá para acreditar que ele viraria um dos mais malvados vilões do cinema?
Antes que alguém jogue uma pedra, cabe justificar. Crianças são mesmo seres adoráveis. Mas Hollywood provou por A + B que elas podem ser, às vezes, muito irritantes, especialmente em situações de perigo. Listamos aqui quais são os pimpolhos mais chatos que Hollywood criou e como eles conseguiram impedir - ou pelo menos adiar - alguns finais felizes. Agora é com vocês: quem é a criança mais irritante do cinema?
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| Darla é uma criança "adorável". Além de ter um semblante mais assustador do que o do boneco Chucky, ela inferniza a vida dos pobres peixinhos, Nemo incluído, do aquário do dentista. |
Epidemia de Infertilidade - Uma dramática epidemia de causas desconhecidas que deixou todas as mulheres do planeta inférteis levando a humanidade a beira da extinção no filme Filhos da Esperança.
Goldfield Syndrome - Doença da personagem de Drew Barrymore em Como se fosse a primeira vez, uma forma de amnésia em que a pessoa acorda sem lembrar de absolutamente nada do dia anterior, existem síndromes reais com características semelhantes de perda de memória recente mas não da maneira e com o nome que aparece no filme.
Você sabia que, não importa de qual filme estejamos falando, todos eles vêm de sete modelos básicos? Conheça-os e saiba porque é tão difícil ser realmente original.

Quase todas as histórias já escritas derivou de um conjunto de sete arquétipos básicos. Por isso, se você assistir um filme e ficar com aquela sensação de déjà vu, não se preocupe, você certamente já viu algo semelhante mesmo. Pelo menos na essência.
Em seu livro The Seven Basic Plots: Why We Tell Stories, o jornalista britânico Christopher Booker defende essa tese.
Veja quais são e nunca mais assista filme (ou leia livros) com os mesmos olhos:
A literatura foi a primeira a explorar a figura mitológica do vampiro, presença ancestral em diversas culturas, mas o cinema contribuiu decisivamente para popularizar a lenda do personagem noturno que se alimenta de sangue e que pode ser combatido com o uso de artifícios como dentes de alho e água benta. Transformar-se em morcego, não suportar a luz do sol e só entrar em sua casa se for convidado estão entre as suas características mais conhecidas.
